terça-feira, 8 de setembro de 2009

Líderes religiosos contra a corrupção!!!!

A Caritas Internacional se uniu a outras organizações e líderes religiosos para pedir uma ação global contra a corrupção.

Em carta ao secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, mais de 50 líderes religiosos e instituições confessionais afirmam que a corrupção é a maior causa da pobreza em países em desenvolvimento e o maior obstáculo para superá-la. E defendem que países ricos e pobres, juntos, têm a responsabilidade de combatê-la.

Em 2003, a Assembléia Geral das Nações Unidas aderiu à Convenção da ONU Contra a Corrupção (UNCAC). Trata-se do primeiro tratado internacional para combater a prática em todo o mundo.

Esta semana, a Convenção está sendo revisada em Viena, na Áustria, para apresentá-la no vértice de Doha, em novembro próximo.

Por isso, os líderes religiosos pedem que os delegados em Viena trabalhem para que a Convenção se torne efetivamente uma arma contra a corrupção. Na carta, o grupo escreve: "Corrupção é o coração da experiência que as pessoas fazem da pobreza. Para as comunidades pobres, a prática corrupta constitui uma barreira instransponível para uma educação de qualidade, para o direito à saúde e uma qualidade de vida digna. A corrupção rouba oportunidades e esperança".

Além da Caritas Internacional, entre os signatários estão o arcebispo de Maputo, em Moçambique, Dom Francisco Chimoio, o secretário-geral do Conselho Africano de Líderes Religiosos, Dr. Mustafa Ali, e o Rabino Jonathan Wittenberg.

Fonte: Rádio Vaticano

2 comentários:

Flávio Bueno disse...

Glória a Deus...

todos juntos contra a corrupçãoooo

Cris disse...

A Igreja não dá orientações eleitorais mas pede aos cristãos que reflitam segundo seus valores e sua consciência cristã no momento de votar. Foi o que disse ontem o porta-voz da Conferência Episcopal Portuguesa, Padre Manuel Morujão, na conclusão, em Fátima, da reunião do Conselho Permanente da Conferência Episcopal Portuguesa. A Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) divulgou uma nota pastoral sobre esse assunto no último mês de Abril, com o título “O direito e o dever de votar”.

Padre Morujão frisou ainda ser um dever votar nas eleições mas aponta a necessidade de “se votar segundo a consciência. Concretamente para cristãos, segundo a sua consciência cristã”. “Seria uma contradição acreditar em valores familiares, matrimoniais, da moral, da ética, na economia, e no momento da eleição votar contrariamente à própria consciência.”

Em fase de pré-campanha eleitoral para as legislativas marcadas para o dia 27 de setembro, os partidos políticos já apresentaram os programas que levarão a sufrágio. O porta-voz da Conferência Episcopal Portuguesa indicou então que os eleitores, “olhando para os programas, podem perceber em quem votar”.

“Não se trata de votar na direita, na esquerda ou ao centro, mas de votar segundo um programa e os seus correspondentes valores, sendo coerente até ao fim”. Sem avaliar a evolução do debate eleitoral, Padre Manuel Morujão destacou ser importante perceber se os mais desprotegidos são privilegiados, se os valores éticos, nomeadamente a defesa do casamento e da família, são defendidos nos debates.

Na agenda do Conselho Permanente esteve ainda a preparação da Assembleia Plenária da Conferência Episcopal Portuguesa, programada para entre os dias 9 a 12 de Novembro. Durante a Assembleia, será analisada a pastoral da Igreja em Portugal. O porta-voz adiantou que os bispos vão repensar a pastoral de forma a torná-la “mais organizada e unificada”. Já a Comissão Episcopal das Missões prepara um documento sobre a dimensão missionária da Igreja.

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