sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Weslian é a piada viva dessas eleições!!!

Eduardo Tessler
De Porto Alegre (RS)

Weslian Roriz, que disputará segundo turno no Distrito Federal

Erra quem diz que o palhaço das eleições atende por Tiririca. O cearense Everardo Oliveira Silva é apenas um analfabeto simplório que arrebanhou mais de 1,3 milhão de votos dizendo a verdade: "não sei o que faz um deputado, mas vote em mim que depois eu conto".
Os palhaços das urnas são os 440.128 votantes que apertaram o botão verde para confirmar a carola Weslian do Perpétuo Socorro Pelles Roriz como a preferida para governar o Distrito Federal. Não é possível que esse exército capaz de superlotar o Maracanã quatro vezes acredita mesmo que aquela senhora que não dá um passo sem perguntar ao marido - o ficha-suja e organizador de grileiros Joaquim Roriz - possa governar o DF.
Weslian é a piada viva dessas eleições. Trechos do debate entre os candidatos ao governo do DF, com a participação ativa e desastrada de Weslian, são hits do site Youtube, batendo em um milhão de acessos. Entre as pérolas da candidata, "eu quero defender a corrupção". Impressionante.
Mas a ingênua Weslian é fruto de seu marido, cujo caráter é público - e as falcatruas também. O problema é que 440 mil pessoas apoiaram suas bobagens. Esses são os palhaços do 03 de outubro, que farão com que o Distrito Federal tenha segundo turno. Um escândalo.
Weslian erra perguntas, erra temas, erra tudo. Possivelmente erra a receita de bolo para seus netos. A candidata errou até o voto - esqueceu-se de apertar o botão verde para confirmar as opções. Weslian é um erro. O manda-chuvas do Planalto Central quis fazer o cidadão de bobo. E conseguiu. Arrebanhou 440 mil palhaços.
O circo eleitoral poderia estar montado em São Paulo, mas Tiririca não tem nem de longe o potencial de comediante de Weslian. Ela é a piada.
A única boa notícia é que os debates serão um grande programa de humor, impossível resistir. Os 440 mil palhaços que votaram em Weslian poderiam tirar a máscara e a maquiagem para sepultar a família Roriz de vez. Uma surra eleitoral em 31 de outubro é a resposta que o Brasil espera.
Eduardo Tessler é jornalista e consultor de empresas de comunicação. Edita o blog Mídia Mundo.

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